Dois jogos absolutamente imprevisíveis e um franco favorito, hoje a tarde, pela série A.
Palmeiras tenta, em casa, tomar do grêmio a posição no G4. Os paulistas tem menos time e isso vai contar. Por outro lado o alviverde paulista joga em casa. Palpite é pelo empate. Mas, não há favoritos aqui.
No Engenhão, a estrela (cadente) solitária enfrenta o embalado Santos. Mais uma derrota seria fatal à moral dos cariocas que devem ir pra cima. A tendência é de um jogo tenso mas a vantagem santista, especialmente pelo treinador que tem, é inegavel. O Santos deve levar os 3 pontos para casa e afundar ainda mais o Fogão.
E, aqui nos Aflitos, o Náutico é o favorito absoluto. O que é extremamente perigoso. Roberto Fernandes, na rodada anterior, cometeu o erro de fazer os seus jogadores pensarem mais no Juventude que no Palmeiras. Deu no que deu.
Pela derrota contra o Palmeiras, o Náutico joga, novamente, na obrigação de ganhar e, se não conseguir abrir o marcador nos primeiros 30 minutos de jogo, pode complicar demais
o jogo. O Juventude deve vir nos contra-ataques e, vencendo o sufoco inicial, a pressão pode se inverter. Mesmo assim o favoritismo alvirrubro deve prevalecer.
sábado, 6 de outubro de 2007
F1 - Cada um por si e todos contra um!
O GP da China, esta madrugada promete. Promete uma noite maldormida porum despertar repentino para assistir talvez o final do campeonato mais disputado que tivemos, na Fórmula 1, desde a epoca de Senna vs. Prost.
Mas promete também um GP emocionante e completamente imprevisível, inclusive climáticamente. Porque, para a Ferrari as chances de título de pilotos são perto de zero e o título de construtores já foi assegurado. Raikkonen está mais rápido, concentrado e é o favorito pra corrida,. Massa, sem chances, corre pra mostrar que, dentro da pista, nada deve ao finlandês, podendo ambos seguir disputando em pé de igualdade dentro da própria equipe.
Hamilton é um show à parte. Não bastasse a brilhante temporada que faz, tem, no mínimo a condecendência da F1 quando erra. Ele foi sim o responsável pelo acidente de Webber e Vettel, freiou demais se afastou mais que o permitido do safety car e sequer foi advertido. Alega que errou por ser a primeira vez que se encontrava em tal situação, foi absolvido.
Engraçado que, seguindo a mesma lógica, o Sebastian Vettel também estava em situação inédita, o que poderia justificar um erro dele, se fosse o caso. Mas para ele, inicialmente a Fia não viu defesa, e condenou-o.
O inglês é a menina dos olhos da F1, Inglês, carismático e bom de braço. Uma punição a ele significaria dar o título ao Alonso, latino, explosivo, sem papas na língua.
Terminando a análise para a corrida, em condições normais, creio ser o Raikkonen o favorito. Se chover acredito no Alonso que, dos 4, deve ser o mais pesado.
Vejamos logo mais.
Mas promete também um GP emocionante e completamente imprevisível, inclusive climáticamente. Porque, para a Ferrari as chances de título de pilotos são perto de zero e o título de construtores já foi assegurado. Raikkonen está mais rápido, concentrado e é o favorito pra corrida,. Massa, sem chances, corre pra mostrar que, dentro da pista, nada deve ao finlandês, podendo ambos seguir disputando em pé de igualdade dentro da própria equipe.
Hamilton é um show à parte. Não bastasse a brilhante temporada que faz, tem, no mínimo a condecendência da F1 quando erra. Ele foi sim o responsável pelo acidente de Webber e Vettel, freiou demais se afastou mais que o permitido do safety car e sequer foi advertido. Alega que errou por ser a primeira vez que se encontrava em tal situação, foi absolvido.
Engraçado que, seguindo a mesma lógica, o Sebastian Vettel também estava em situação inédita, o que poderia justificar um erro dele, se fosse o caso. Mas para ele, inicialmente a Fia não viu defesa, e condenou-o.
O inglês é a menina dos olhos da F1, Inglês, carismático e bom de braço. Uma punição a ele significaria dar o título ao Alonso, latino, explosivo, sem papas na língua.
Terminando a análise para a corrida, em condições normais, creio ser o Raikkonen o favorito. Se chover acredito no Alonso que, dos 4, deve ser o mais pesado.
Vejamos logo mais.
Um mau bom resultado
O lugar comum vem dizendo que o Santa Cruz conquistou um bom resultado, em São Paulo, contra a Portuguesa. Uma meia verdade fácil de engolir, até pelo otimismo natural que um "bom resultado" traz à equipe.
A verdade é que, em um campeonato de pontos corridos, o que torna um resultado bom ou ruim não são as condições do jogo, mas sim a situação de ambos os competidores. E se, por um lado, um empate fora de casa ajuda a exorcisar o fantasma do rebaixamento, por outro, o Santa não conseguiu se aproximar de um adversário direto na luta pelo acesso à Série A.
A depender dos resultados, o Santinha pode ficar a 8 pontos do G-4. Tirar 8 pontos em 27 a serem disputados não é tarefa fácil. Com o empate o Santa, sábado que vem, jogará com a obrigação de uma vitória contra o também adversário direto, Vitória. Trabalho árduo em um campeonato tão disputado como é a série B.
Matematicamente falando as chances do Santa são poucas. Analisando friamente, também. A equipe não demonstra padrão, cai demais de rendimento quando desfalcada e não engrena uma boa série de resultados. Pra superar tudo isso, o Mundão terá de ser a trincheira tricolor, nas cinco batalhas que restam em casa. São 15 pontos indispensáveis à matemática rumo a série A. Indispensáveis mas não suficientes. O Santa precisará de vitórias fora de casa, o que significa uma mudança nessa postura de comemorar um empate por ser fora de casa. Há de se lamentar cada ponto perdido daqui por diante, para que cada conquista assuma o doce sabor da primeira divisão.
A verdade é que, em um campeonato de pontos corridos, o que torna um resultado bom ou ruim não são as condições do jogo, mas sim a situação de ambos os competidores. E se, por um lado, um empate fora de casa ajuda a exorcisar o fantasma do rebaixamento, por outro, o Santa não conseguiu se aproximar de um adversário direto na luta pelo acesso à Série A.
A depender dos resultados, o Santinha pode ficar a 8 pontos do G-4. Tirar 8 pontos em 27 a serem disputados não é tarefa fácil. Com o empate o Santa, sábado que vem, jogará com a obrigação de uma vitória contra o também adversário direto, Vitória. Trabalho árduo em um campeonato tão disputado como é a série B.
Matematicamente falando as chances do Santa são poucas. Analisando friamente, também. A equipe não demonstra padrão, cai demais de rendimento quando desfalcada e não engrena uma boa série de resultados. Pra superar tudo isso, o Mundão terá de ser a trincheira tricolor, nas cinco batalhas que restam em casa. São 15 pontos indispensáveis à matemática rumo a série A. Indispensáveis mas não suficientes. O Santa precisará de vitórias fora de casa, o que significa uma mudança nessa postura de comemorar um empate por ser fora de casa. Há de se lamentar cada ponto perdido daqui por diante, para que cada conquista assuma o doce sabor da primeira divisão.
De volta (ou começando de novo)
Ok, ok...
Com uma só postagem anterior falar em estar de volta é um eufemismo sem tamanho. Então, recomeçando e mantendo, dessa vez, a proposta de acompanhar esportes (especialmente sob um olhar nordestino e pernambucano), faremos desse blog, no mínimo frequente... espero que também torne-se frequentado.
Abraços
Com uma só postagem anterior falar em estar de volta é um eufemismo sem tamanho. Então, recomeçando e mantendo, dessa vez, a proposta de acompanhar esportes (especialmente sob um olhar nordestino e pernambucano), faremos desse blog, no mínimo frequente... espero que também torne-se frequentado.
Abraços
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